Hoje, nós vamos examinar algumas provas sólidas da ressurreição de Jesus.

Várias objeções são levantadas contra a ressurreição de Jesus por naturalistas. Eles alegam que isso seria um milagre, e milagres não são aceitáveis porque ferem a lógica consensual. Os naturalistas afirmam também que os documentos do Novo Testamento e as testemunhas que narraram, e registraram esses eventos, não eram confiáveis e credíveis. Eles afirmam ainda que Jesus teria apenas “desmaiado de esgotamento físico” por causa do martírio, e com isso, dado a impressão de que tinha morrido, tendo despertado do “desmaio” logo em seguida. Por contraste, qualquer estudioso cético que tenta refutar o fenômeno da ressureição de Jesus luta contra um forte redemoinho de evidências históricas, portanto, inatacáveis. Os fatos são que Jesus realmente morreu e realmente ressuscitou dos mortos no mesmo corpo físico, não apenas “desmaiou”: o túmulo ficou vazio após a ressurreição (Jo 20:10-18); dois de seus discípulos comeram com ele após a ressurreição (Lc 24:13-35); quinhentas testemunhas oculares viram Jesus retornar aos céus em corpo físico após a ressurreição (1Co 15:6).

A ressurreição de Jesus perde toda a sua importância apologética se não for pela ressureição do corpo físico dele. De fato, o apóstolo Paulo declara com todas as letras que se Jesus não ressuscitou dos mortos o cristianismo não passa de uma perda de tempo e um conto de fadas. Assim, a defesa da ressureição como evento físico, envolvendo a revivificação do corpo físico que morreu, é fundamental para a apologética cristã. Negar a ressurreição corpórea de Jesus é equivalente a negar a própria ressureição, já que é apenas o corpo físico, não a alma, que morre. E se esse mesmo corpo físico não retorna à vida, não há ressurreição.

No momento em que Jesus apareceu para dez dos seus discípulos após a sua ressureição, Tomé não estava presente; mas Jesus foi visto, ouvido, apalpado, e assistiram a ele comer um peixe. Desse modo, é possível listar quatro evidências valiosas que atestam a natureza física e tangível do corpo ressurrecto de Jesus nessa ocasião.

Assim que Jesus apareceu para os discípulos ressurrecto, eles não estavam completamente convencidos da materialidade tangível de Jesus, até que Jesus convidou Tomé – dessa vez, quando ele estava presente, a tocar nas feridas que ele recebeu na cruz. Nesse momento, Jesus os desafiou: “Toquem-me e vejam; um espírito não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho” (Lc 24:39).

Um detalhe intrigante é que até antes da ressureição de Jesus, os seus próprios irmãos de sangue não acreditavam na natureza divina dele (Jo 7:5). Mas, logo após a sua ressurreição, ao menos Tiago e Judas, dois de seus irmãos, acreditaram (Mc 6:3). A Bíblia afirma claramente que Jesus “apareceu a Tiago” (1Co 15:7). Certamente, Jesus conversou com Tiago nessa ocasião. E como resultado dessa experiência, Tiago tornou-se um dos pilares da igreja primitiva e desempenhou um papel importante no primeiro concílio (At 15:13).

Fonte: GospelPrime

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