Na Marcha da Liberdade, cristãos libertos da vida homossexual pregaram esperança e vida nova à comunidade LGBT.

Um grupo de cristãos se reuniu em Washington, nos  Estados Unidos, para testemunhar sua libertação da homessexualidade em Jesus, no último sábado (11).

Os membros do grupo “Freedom March” (“Marcha da Liberdade”, em português) têm realizado marchas por todo o país, anunciando o Evangelho e a libertação em Cristo para todos que desejam deixar o estilo de vida LGBT.

O evento deste ano contou com uma marcha do Sylvan Theatre ao Lincoln Memorial na capital dos EUA, testemunhos, adoração e oração.

Os ex-homossexuais Luis Javier Ruiz e Angel Colon contaram seus testemunhos de como sobreviveram durante o massacre na boate gay Pulse em Orlando, em 2016, onde 49 pessoas foram mortas.

Angel sobreviveu a seis tiros e Luis contou que quase foi pisoteado até a morte durante o tumulto na boate.

“Eu poderia ter sido o número 50, mas agora estou vivo e tenho a chance de compartilhar minha história com o mundo, que Jesus pode mudar qualquer um”, declarou Angel, à CBN News.


O movimento tem realizado a Marcha da Liberdade em todo os EUA. (Foto: Facebook/Freedom March).

A Marcha da Liberdade foi criada em 2018 por Jeffrey McCall, um ex-transgênero que encontrou o amor de Deus. “Jesus morreu por eles e os ama e quer dar-lhes uma nova vida”, lembrou o cristão.

Para McCall, o movimento criou um espaço seguro para ex-LGBT se reunirem.

“Eu nunca previ como os participantes da Marcha da Liberdade se tornariam uma família tão próxima de crentes. Nós nos amamos e amamos nosso objetivo comum de compartilhar o sacrifício e o amor de Jesus para a comunidade LGBTQ”, afirmou.

Jeffrey explicou que o grupo cristão não tem a intenção de suprimir ninguém, mas de pregar o amor inabalável de Deus a todas as pessoas.

“Eu realmente quero enviar uma mensagem para a comunidade LGBTQ de que há esperança”, disse.

“Estávamos no mesmo estilo de vida que você está, saímos disso e seguimos a Cristo e há toda uma ‘outra vida’. Uma vida que nem sabíamos que era possível. Uma vida com alegria, paz e liberdade”.

Fonte: Guiame

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