Um evangelista cristão pregava sobre Jesus na rua em sua cidade, Preston, na Inglaterra, e foi foi ridicularizado, com algumas pessoas empurrando-o para tentar fazê-lo cair. Mas o Espírito Santo o inspirou a reagir de uma maneira incrível e a hostilidade foi convertida em interesse na mensagem.

O evangelista cristão Joe Kirby pregou corajosamente o Evangelho ao público em uma das ruas de Preston, Inglaterra, o que incomodou alguns ativistas ateus. Uma senhora que passava pelo local resmungou um dos principais argumentos ateístas: “A religião causa guerra”.

Como o evangelista ignorou a provocação e seguiu anunciando a mensagem do Evangelho em voz alta, muitas pessoas pararam para ouvi-lo. A essa altura, ele foi empurrado por outra pessoa incomodada com o que ele pregava.

De improviso, Joe usava uma caixa térmica como “palanque”, para ficar em uma posição que o permitisse ser visto de longe. O homem que o empurrou tentando faze-lo cair para desencoraja-lo, ainda riu quando o evangelista conseguiu evitar o tombo, mas não sabia que essa seria a virada no interesse das pessoas que o ouviam.

Diante da agressão, Joe então explicou o ensinamento de Jesus sobre como lidar com nossos inimigos, que é amá-los: “Se todas as pessoas… tomassem as palavras de Jesus e dissessem: amem seus inimigos, não teríamos guerras”, declarou ele com ousadia, aproveitando para responder a ateia que o havia confrontado.

Ele seguiu sua pregação, mostrando às pessoas que a hostilidade que ele sofria não poderia ser gratuita: “Se Deus não existe… por que as pessoas querem parar esta mensagem?”, questionou.

“Estou lhe dando boas novas de que Jesus morreu em você porque Ele o ama. E Ele pode lhe dar a vida eterna”, acrescentou o evangelista, que em instantes viu o Espírito Santo trabalhar nas pessoas que o ouviam.

Ele questionou a audiência se era justo ele classificar os livros da saga Harry Potter como horríveis sem nunca tê-los lido. Algumas pessoas reagiram, dizendo que não, e então ele aproveitou para oferecer exemplares do Novo Testamento, gratuitamente, dizendo que eles precisavam conhecer a mensagem do Evangelho antes de recusa-la.

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